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    Conceitos de Trunk, Branch e Tag

    Esse é um assunto que geralmente causa polêmica nas equipes de desenvolvimento, especialmente pra quem nunca trabalhou com metodologias e técnicas que devem ser seguidas num determinado processo.

    Os conceitos abaixo são usados no controle de versão de códigos, e precisam ser conhecidos por todos os membros da sua equipe de desenvolvimento.

    Trunk

    A pasta trunk contém a cópia de produção. Ela tem as versões mais recentes dos programas considerados estáveis.

    Branches

    A pasta branches é aquela que contém alterações em funcionalidades existentes, como correções de bugs, implementação de módulos, inclusão de funcionalidades. Um branch sempre é criado a partir ou do trunk ou de uma tag e sempre ao final de um ciclo de desenvolvimento dará origem a uma tag.

    Tags

    Quando o desenvolvimento na versão do branch está considerado estável cria-se uma uma nova tag, formando assim um release. Dessa forma, uma tag é considerada uma versão que pode ser aplicada no ambiente de produção. Não há alteração em tags. Uma vez fechado o pacote do branch e enviado pra uma tag, qualquer novo desenvolvimento no branch resultará em uma outra tag.

    Links

    Protesto FAIL

    Mais uma do nosso Brasil-sil-sil…

    Brasil-sil-sil

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    Como matar um dragão usando linguagem de programação

    Quem é da area de desenvolvimento de software e já programou com algumas das linguagens abaixo certamente vai se divertir com as definições para “Como matar um dragão usando linguagem de programação”. Vale o registro:

    ABAP (SAP)
    (sap programador abap) – O usuario pede uma coisa simples, mate o dragão com a espada e case com a princesa. O funcional entende e especifica, mate o dragão com a princesa e case com a espada. O ABAP desenvolve, mate a princesa com o dragão e joga a espada fora ja que nao serve para nada. No fim a princesa casa com a espada e o dragão mata o funcional e o usuario. Assim acaba o trampo do ABAP. (sap analista funcional) – Olha só o que o ABAP faria, muito simples. Ficaria espantado com a princesa, chamaria o funcional para pega-la. O funcional casa-se com a princesa e o abap casa-se com o Dragão e engole a espada.

    Java
    Chega, encontra o dragão. Desenvolve um framework para aniquilamento de dragões em múltiplas camadas. Escreve vários artigos sobre o framework, mas não mata o dragão.

    .NET
    Chega, olha a idéia do Javanês e a copia, tenta matar o dragão, mas é comido pelo réptil.

    Javascript
    Desenvolve uma funcao para encontrar o dragao. Por uma incompatibilidade de visualização vê a princesa ora como um metrossexual ora como uma drag queen. Desiste de matar o dragão e vai embora sem a princesa.

    ASP
    Os componentes necessários para levantar a espada são proprietários e caros. Outros tantos componentes proprietários para achar a localização do dragão, e mais outros tantos a localização da princesa. Chama então seu amigo programador de PHP.

    C
    Chega, olha para o dragão com olhar de desprezo, puxa seu canivete, degola o dragão. Encontra a princesa, mas a ignora para ver os últimos checkins no cvs do kernel do linux.

    C++
    Cria um canivete básico e vai juntando funcionalidades até ter uma espada complexa que apenas ele consegue entender … Mata o dragão, mas trava no meio da ponte por causa dos memory leaks.

    COBOL
    Chega, olha o dragão, pensa que tá velho demais para conseguir matar um bicho daquele tamanho e pegar a princesa e, então, vai embora de volta ao seu mundinho.

    ADVPL
    O programador tenta de todas as formas eliminar o dragão, porém, nunca obtém sucesso, ja que por ser uma pseudo-linguagem de programação (uma linguagem derivada de outra linguagem) ele se tornou o próprio dragão.

    Pascal
    Se prepara durante 10 anos para criar um sistema de aniquilamento de dragão… Chegando lá descobre que o programa só aceita lagartixas como entrada.

    Python
    Em poucas linhas encontra e mata o dragao com a espada. Usa algum framework recem lançado para pegar a princesa, que foge de medo.

    LaTeX
    Percebe que matar o dragão não leva a nada e prepara um livro enorme sobre a historia do dragão com a princesa.

    VB
    Monta uma arma de destruição de dragões a partir de vários componentes, parte pro pau pra cima do dragão e, na hora H, descobre que a espada só funciona durante noites chuvosas…

    PL/SQL
    Coleta dados de outros matadores de dragão, cria tabelas com N relacionamentos de complexidade ternária, dados em 3 dimensões, OLAP, demora 15 anos para processar a informação. Enquanto isso a princesa virou lésbica.

    PHP
    Pesquisa bancos de scripts e acha as classes de construção de espada, manuseio da espada, localização da princesa e dragão. Remenda tudo e coloca umas firúlas próprias. Mata o dragão e casa com a princesa. Como tudo foi feito com gambiarras, o dragão um dia vai ressuscitar e comer os dois.

    Ruby
    Chega com uma p*t* fama, falando que é o melhor faz tudo, quando vai enfrentar o dragão mostra um videozinho dele matando um dragão … O dragão come ele de tédio.

    Smalltalk
    Chega, analisa o dragão e a princesa, vira as costas e vai embora, pois eles são muito inferiores.

    ASSEMBLY
    Acha que está fazendo o mais certo e enxuto, porém troca um A por um D, mata a princesa e transa com o dragão.

    Shell
    Cria uma arma poderosa para matar os dragões, mas na hora H, não se lembra como usá-la.

    Shell (2)
    O cara chega no dragão com um script de 2 linhas que mata, corta, stripa, pica em pedacinhos e empalha o bicho, mas na hora que ele roda, o script aumenta, engorda, enfurece e coloca álcool no fogo do dragão.

    Fortran
    Chega, desenvolve uma solução com 45000 linhas de código, mata o dragão e vai ao encontro da princesa … mas esta o chama de tiuzinho e sai correndo atrás do programador java que era elegante e ficou rico.

    FOX PRO
    Desenvolve um sistema para matar o dragão, por fora é bonitinho e funciona, mas por dentro está tudo remendado. Quando ele vai executar o aniquilador de dragões lembra que esqueceu de indexar os DBF’s.

    CLIPPER
    Monta uma rotina que carrega um array de codeblocks para insultar o dragão, cantar a princesa, carregar a espada para memória, moer o dragão, limpar a sujeira, lascar leite condensado com morangos na princesa gostosa, transar com a princesa, tomar banho, ligar o carro, colocar gasolina e voltar pra casa. Na hora de rodar recebe um “Bound Error: Array Access” e o dragão come ele com farinha.

    Caso algum leitor deste blog queira acrescentar ou indicar uma linguagem de programação por favor entre em contato.

    Via: De Proprio Punho

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    Serial válido do Windows Seven (ou 7)

    Quer um serial válido do Windows 7 RC? Acesse essa URL: http://www.microsoft.com/windows/windows-7/download.aspx

    Vá até o trecho da página onde tem Get a Product Key, escolha a versão apropriada e o idioma apropriado e clique em OK. Na próxima página, pode ser solicitado seu login e senha do Windows Live (se tiver conta no MSN, pode usar a mesma).

    A cada reload é gerada uma chave para a versão que você escolheu. Esse procedimento é gratuito e você pode pegar quantos seriais quiser!!! Aproveite!

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    Declaração do Imposto de Renda 2009

    No último fim de semana fiz minha declaração do imposto de renda. Tentei executar o programa no Vista 64, mas os .jar não abriam. Não sou especialista Java, mas até chuto que o fato de ser um sistema 64 bits tenha influenciado, vai saber…

    Me arrisquei a baixar a versão Java pra Linux. Instalação OK, execução OK, transmissão OK. Simples, rápido e funcionando!

    A Receita Federal tá de parabéns esse ano por ter distribuído versões que funcionam nas três principais plataformas (windows, linux e mac).

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