O Senado Federal lançou na segunda-feira (15/03) o projeto Solis, para a adoção de software livre pelo órgão. O prazo para a migração é de dois anos, no máximo três.
O Senado espera economizar bastante com isso - só no último contrato fechado com a Microsoft, informa a Agência Senado, o órgão deve pagar R$ 3,5 milhões pelo uso dos programas da marca. Com a quantia economizada, o Senado espera investir mais em outros produtos de informática, principalmente em mais máquinas.
O Senado tem hoje quatro mil usuários de sistemas de informática. A migração será feita por etapas, sob a coordenação do Prodasen (departamento de processamento de dados do Senado), após a realização de um estudo de custo e benefício.
Agência Brasil


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