O grupo pretende ser uma voz mais organizada e concentrada do que se viu no passado. Para a o vice-presidente global de padrões da Sprint, Steve Falk, fornecedores e organizações de padronização têm vozes mais fortes no desenvolvimento de sistemas de 2G (segunda geração) e 3G e esse grupo vai representar os interesses dos clientes e usuários finais.
Ao que tudo indica, o NGMN pode estar se posicionando contra a Qualcomm, que desenvolveu a maioria das tecnologias 3G existentes e tem sido acusada no mercado por suas práticas de licenciamento. Uma das principais características da NGMN é um regime aberto e transparente de direitos de propriedade intelectual.
O foco do grupo são tecnologias como 3G, HSDPA (High-Speed Downlink Packet Access) e o EV-DO (Evolution-Data Optimized). Os participantes ainda estão desenvolvendo e atualizando as redes, que são baseadas em GSM (Global System for Mobile Communications) e CDMA (Code-Division Multiple Access) respectivamente, mas na mesma velocidade que as tecnologias estão evoluindo.A Sprint tem chamado o WiMax de 4G e planeja desenvolver uma rede dessas nos EUA nos próximos anos.
“Em alguns casos, fabricantes de 2G e 3G tem tido que se ocupar com entre três e cinco tipos de tecnologia que são caras e demoradas”, afirma Falk. Aptas a focar em um ou dois desses caminhos, as operadoras trarão produtos e serviços móveis aos assinantes de forma mais rápida e econômica”, conclui.
Entre as recomendações propostas pela NGMN estão:
- Resultado máximo das informações com baixo tempo de resposta;
- Baixo custo de operação e manutenção;
- Suporte para autenticação, segurança e diferenciada qualidade de serviços.
*Stephen Lawson é editor do IDG News Service, em São Franciso.
Fonte: IDGNow

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