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Fotos da Mulher Melancia Andressa Soares nua na Playboy de Junho de 2008
Mai 17

Há alguns dias o Daniel Santos publicou um artigo falando sobre uma novidade para os usuários do linux Ubuntu, que é o Wubi.

Ele é um programa capaz de instalar o sistema operacional baseado em linux completamente a partir do Windows.

Como funciona

Você baixa o instalador do Wubi no site oficial.

Ao iniciar a instalação o programa baixa a release (atualmente a 7.04) mais recente do Ubuntu toda para o HD do usuário.

Em seguida o programa cria uma estrutura de diretórios e arquivos, contendo a imagem do boot e o disco virtual, como se fosse uma máquina virtual do VMWare ou Virtual PC.

Como executar

Ao contrário do que eu estava achando - por não ter entendido o texto do Daniel Santos - o instalador cria uma opção no menu de boot de sistemas operacionais, e lá é só selecionar a opção Ubuntu.

É executado o boot através da imagem de boot (um arquivo) presente na partição do Windows, e em seguida são montadas as partições que o linux vai usar, partições que estão no arquivo do disco virtual.

Desempenho

Nos meus testes - a máquina de casa e uma máquina no trabalho - o desempenho foi excelente. Não parece que todo sistema está rodando “dentro de arquivos” da partição do Windows, até porque muito do core do sistema operacional fica em memória mesmo, o que ajuda bastante.

Ainda não tive oportunidade de testar com muitos programas em execução simultânea.

Conclusão

Altamente recomendável para quem não quer mais ter o trabalho de gerenciar partições direto no HD, nem perder o gerenciador de boot do Windows. Sem contar que é perfeitamente possível desinstalar o sistema inteiro indo em Adicionar/Remover Programas do Windows.

Já testou o Wubi? Deixe seu comentário aqui contando sua experiência.

Abr 25

logo_flisol_peq.jpg

Está chegando o dia do Install Fest 2007, o festival de instalação de software livre da américa latina. Em Brasília, o evento vai acontecer no Instituto Superior Fátima na 906 Sul das 08h às 18h, e conta com o apoio do Projeto Software Livre DF.

A programação prevista para Brasília está publicada na página do Ronald Costa.

Apesar de ser um evento que propõe a instalação de software livre nas máquinas dos visitantes - que levarem suas máquinas, claro - o destaque está mesmo nas palestras e debates sobre uso de ferramentas e tecnologias baseadas em software livre, como segurança e gerenciamento de redes, desenvolvimento livre, etc. Acho que vale a pena dar uma passada lá…

Abr 03

Essa é uma pergunta que frequentemente os usuários linux se fazem! Para mim o melhor cliente torrent era o Azureus. Feito em Java, ele roda em qualquer sistema operacional bastanto disparar seu .jar. Os plugins e funcionalidades são as mesmas em qualquer ambiente instalado. Perfeito, mas até bem pouco tempo, quando precisei instalar alguns programinhas numa máquina de menor porte e os aplicativos em Java (Azureus, específicamente) mostraram-se um incômodo.

Procurando alternativas mais leves e tão boas quanto, percebi que muitos falam que o uTorrent tem sido a melhor opção, inclusive pra Linux, só que rodando via Wine - já que é um programa feito para Windows.

Ainda não quis instalar o Wine só para rodar o uTorrent e continuei a pesquisa. Descobri então o qBitTorrent, um cliente gráfico que rodou levíssimo numa máquina simples e voltou a me dar boas taxas de download/upload. O problema é que precisa das bibliotecas qT, e nem todo mundo que usa o Gnome aceita essa idéia.

qBitTorrent no Ubuntu
qBitTorrent no Ubuntu

Minha próxima alternativa vai ser instalar o Torrent Flux e me livrar das bibliotecas qT que tiveram que ser instaladas com o excelente qBitTorrent. O Torrent Flux é um gerenciador de torrents feito em PHP com um cliente torrent feito em python. Basta instalar o Apache + PHP + MySQL e pronto, você pode gerenciar seus downloads de qualquer lugar e máquina via web.

Qualquer máquina simples aceita o Apache e o PHP como serviços tranquilamente; para o banco MySQL vou usar um database na minha conta da Dreamhost já que a máquina com o Torrent Flux fica conectada 24h à internet. E para gerenciar tudo, vou poder acessar esta máquina de qualquer lugar; vai ser melhor que abrir um VNC ou RDP e ficar aguentando o lag das redes de alguns lugares de onde acesso.

Mar 14

Percebi que meu Ubuntu rodando uma sessão XGL estava sempre fazendo logout quando eu pressionava acidentalmente as teclas Shift + Backspace durante uma digitação, por exemplo.

Para corrigir isso, você tem que digitar no shell:

xmodmap -e "keycode 22 = BackSpace BackSpace"

depois que seu gerenciador de janelas iniciar (no meu caso é o Beryl).

E como eu não pretendo ficar digitando isso toda vez que minha sessão iniciar, adicionei a linha abaixo no arquivo ~/.Xmodmap:

echo 'keycode 22 = BackSpace BackSpace' >> ~/.Xmodmap

Com isso, nunca mais eu faço logout acidentalmente…

Jan 30

Com o lançamento do WordPress 2.1 “Ella” todo mundo correu pra atualizar seus sites e blogs, e muitos enfrentaram problemas durante o procedimento. Eu mesmo fiz a atualização imediatamente aqui neste blog, de acordo com os passos descritos no site oficial. Mas esse método dá muito trabalho: é preciso ficar fazendo backups, subir todos os arquivos por ftp de novo, desabilitar todos os plugins antes e reabilitá-los depois, etc.

Inspirado no tutorial do Neto Cury no Portal WordPress sobre a atualização do WordPress de forma rápida com apenas um arquivo compactado e usando cPanel, dediquei um tempo para realizar algo parecido: atualizar o WordPress via shell direto no servidor.

Vou tentar descrever em apenas 3 passos o mesmo que fiz no Wireless Blog Brasil e SeuJones.com. Antes de continuar a leitura, saiba que esses passos só vão funcionar se você tem acesso SHELL no seu servidor. Se você só consegue acessar via painel, como o cPanel, recomendo a leitura do texto do Neto Cury.

No meu servidor, trabalho com a seguinte estrutura:

/ - raiz do seu site
/wordpress - caminho da instalação do WordPress
/wp0 - pasta temporária para o novo WordPress
/wp1 - pasta temporária para o WordPress desatualizado

Adapte para a sua realidade e siga para os passos:

1. Baixando a versão mais recente do WordPress

Vamos mandar o servidor fazer download da versão mais recente e descompactar na pasta /wp0

$ mkdir wp0
$ cd wp0
$ wget http://wordpress.org/latest.tar.gz
$ tar -zxvf latest.tar.gz

Após descompactar todos os arquivos na pasta /wp0, precisaremos mover o conteúdo da nova pasta ‘wordpress’ (criada na descompactação) para a pasta /wp0.

$ mv -rf wordpress ../wp0
$ rm latest.tar.gz

2. Copiando os arquivos da versão já instalada

Precisamos copiar os arquivos de configuração da instalação atual, e caso exista também, o arquivo de linguagem.

$ cd ..
$ cp wordpress/wp-config.php wp0/
$ mkdir wp0/wp-includes/languages
$ cp wordpress/wp-includes/languages/* wp0/wp-includes/languages/

Depois é só copiar os temas e plugins da instalação atual:

$ cp -rf wordpress/wp-content/themes/* wp0/wp-content/themes
$ cp -rf wordpress/wp-content/plugins/* wp0/wp-content/plugins

3. Mudando de versão num passe de mágica

É preciso agora trazer a nova versão para o diretório correto:

$ mv wordpress wp1
$ mv wp0 wordpress

Agora é preciso realizar o upgrade do banco. Acesse:

http://seublog/wordpress/wp-admin/upgrade.php

Navegue no seu novo blog. Caso tudo esteja certo, você já pode remover a pasta antiga do WordPress e o arquivo que dispara o upgrade:

$ rm wp1
$ rm wordpress/wp-admin/upgrade.php

Pronto!

Vantagens:

  • Não precisa ficar baixando toda nova atualização pro seu computador e depois subir pra o servidor
  • Não precisa fazer backup de banco (geralmente isso não é recomendado)
  • Não precisa desabilitar todos os plugins para depois reativar um por um

Desvantagens:

  • O risco de qualquer coisa dar errado! :)

Lógico que isso é para geeks fanáticos em busca de fortes emoções, como eu. Alguém pode achar mais fácil seguir os passos do Neto Cury, ou fazer da forma tradicional como recomendado na documentação do WordPress, mas eu cansei de ter que baixar as atualizações a cada quinze dias e seguir todos os passos politicamente corretos.

O fato é que não tem sido mesmo necessário fazer backups de banco, desabilitar todos os plugins, etc. Mas lembre-se, há sempre o risco de algo dar errado e você precisa ter um pouco mais de paciência e conhecimento pra detectar onde deu erro.

Dez 28

Neste artigo estamos abordando a instalação e configuração de um dispositivo sem fio no Debian GNU/Linux, mais especificamente na distribuição mantida por brasileiros, a Debian-BR-CDD. O Debian-BR-CDD é uma Custom Debian Distribution atualmente baseada na próxima versão estável do Debian (sarge) e voltada para usuários Desktops. Ela traz, além de todas as novidades desta versão, uma coletânea de pacotes especialmente feita para os usuários brasileiros, um instalador simplificado e um ambiente desktop amigável.

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Nov 30

Você comprou uma placa de rede sem fio mas até agora não achou nenhum driver dela para Linux, e assim só consegue acessar sua rede e a Internet a partir do Windows??? Agora você vai conferir como é fácil habilitar seu dispositivo sem fio numa versão do Kurumin, e conectar-se a rede e a Internet facilmente.

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Mar 31

Como alguns já devem ter percebido, meu site agora navega sem o www. Mesmo que você entre digitando o www ele é automaticamente removido e a navegação continua sendo feita normalmente e sem problemas. Por que isso? Porque o www está deprecated.

dep·re·cate (dep’ri-kat’):
To make invalid or obsolete by removing or flagging the item. When commands or statements in a language are planned for deletion in future releases of the compiler or rendering engine, they are said to be deprecated. Programmers should begin to remove them from the source code in subsequent revisions of their programs.

Pode parecer frescura, mas fiz isso por concordar que todo endereço web é muito mais fácil de ser lembrado sem o www (que já vem por osmose), ainda mais para domínios como o meu que tem pontos para dar e vender. E é muito melhor eu acessar um único endereço web através do desktop, do palm, do celular etc. do que decorar 300 milhões de endereços diferentes para cada plataforma…

Q: O que é Classe A?
R: Este é o nível mais comum das conformidades do padrão sem-www. Com domínios de classe A, exemplo.net e www.exemplo.net são ambos métodos válidos para se acessar um site. A maioria dos servidores tornam isto padrão.

Q: O que é Classe B?
R: Classe B atualmente é a melhor opção para as conformidades do padrão sem-www. Esta classificação ajuda os usuários a lembrarem-se que, mesmo quando o subdomínio www é aceito, ele não é necessário. Na Classe B, www.exemplo.net é um endereço válido, mas redireciona todo o tráfego para exemplo.net.

Q: Como posso me tornar Classe B?
R: � um processo razoalvemente simples, realmente. Crie um arquivo chamado .htaccess (se ainda não existir) e cole as seguintes linhas, mudando a parte em negrito para o seu respectivo domínio.

RewriteEngine On
RewriteCond %{HTTP_HOST} ^www\.daniel.costa\.nom.br$ [NC]
RewriteRule ^(.*)$ http://daniel.costa.nom.br/$1 [R=301,L]

Por incrível que pareça ainda existem sites que não são acessíveis sem o www. Mas se estamos lutando por uma web mais acessível em todos os sentidos, vamos ajudar a propagar esta idéia.

no-www Class B
Conheça mais…

Mar 19

O Senado Federal lançou na segunda-feira (15/03) o projeto Solis, para a adoção de software livre pelo órgão. O prazo para a migração é de dois anos, no máximo três.

O Senado espera economizar bastante com isso - só no último contrato fechado com a Microsoft, informa a Agência Senado, o órgão deve pagar R$ 3,5 milhões pelo uso dos programas da marca. Com a quantia economizada, o Senado espera investir mais em outros produtos de informática, principalmente em mais máquinas.

O Senado tem hoje quatro mil usuários de sistemas de informática. A migração será feita por etapas, sob a coordenação do Prodasen (departamento de processamento de dados do Senado), após a realização de um estudo de custo e benefício.

Agência Brasil

Mar 07

Entendendo o funcionamento dos servidores

Quando voce clica no botão de Enviar (Send queued messages) ou Receber (Get new mail) (Enviar e receber) do seu programa de e-mail, uma série de operações embutidas acontecem.

A primeira delas é uma conexão com a porta 110 do servidor POP3. Para quem não sabe, uma porta nada mais é do que um canal de comunicação entre seu computador e o servidor onde estão as informações a serem acessadas, geralmente no seu provedor de acesso.
Continuar lendo »

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